24/12/2013

BOAS FESTAS

              QUE O NATAL E O ANO DE 2014 VOS TRAGA O QUE MAIS DESEJEM 

07/05/2013

Travessia da Serra do Açor: de Casegas a Meãs pelo Picoto de Cebola

Repetimos a travessia da Serra do Açor, pelo seu pico mais elevado, os 1418 metros do Picoto de Cebola-Meãs. Nesta época do ano, o panorama da flora dos locais mais elevados é deslumbrante, a paisagem que se alarga pelas vistas sobre a Estrela, a Gardunha, a cumeada norte do Açor, a serra da Lousã, dá-nos ainda uma perspectiva  sobre a Beira Baixa (vê-se Castelo Branco), o Alto Alentejo, a Espanha (vê-se a sierra de Gata) e a serra da Boa Viagem na Figueira da Foz. É dos locais do nosso país com uma panorâmica mais abrangente. Vale a pena.

02/04/2013

Caminho do xisto da Benfeita e Mata da Margaraça

Começando na aldeia do Xisto da Benfeita, passando por Sardal e Pardieiros na Serra do Açor, atingimos a Fraga da Pena e regressamos à Benfeita pela margem da ribeira da Margaraça. 

Serra do Açor e Mata da Margaraça

            Esta é uma das mais desconhecidas serras de Portugal, mas talvez uma das mais belas. Tem uma beleza própria, quer pela vegetação que a cobre em grande parte da sua área, matos, bosques de pinheiros, castanheiros, carvalhos ou eucaliptos em certos locais, quer porque nos permite avistar noutras perspectivas, serras bem conhecidas como a Estrela, a Lousã, o Caramulo, a Gardunha que são as suas vizinhas mais próximas, mas ainda a vista alcança o Alentejo, a Espanha e as imediações do Douro.
                A Serra do Açor está ligada à Estrela nas Pedras Lavradas e à Lousã pelo Penedo de Góis. Tem duas cumeadas separadas pelo vale do rio Ceira afluente do Mondego e situa-se entre os rios Alva e Zêzere, constituindo um maciço com cerca de 35 Km de comprimento por 30 de largura aproximadamente. O seu ponto mais elevado é o Picoto de Cebola, com 1418 metros de altitude e tem outros bem altos como o pico de S. Pedro do Açor, a Rocha, O Colcurinho e o Gondufo. Estende-se pelos concelhos da Covilhã, Seia, Oliveira do Hospital, Arganil, Pampilhosa da Serra e Góis.
                A serra tem algumas áreas que, pela sua riqueza e características vegetais fazem parte da Rede Natura: destacam-se o Picoto de Cebola, S. Pedro do Açor, os Penedos de Fajão, o azinhal das Meãs e, pela sua massa vegetal e riqueza florística, a Mata da Margaraça: esta Mata constitui uma das raras e mais significativas relíquias que restam da floresta que cobriu a maior parte das encostas de xisto do centro de Portugal. A Mata da Margaraça, com uma superfície de cerca de 68 hectares (propriedade do ICNB), situa-se numa encosta bastante declivosa de exposição N-NW e com uma altitude que varia entre os 400 e os 750 metros. Pelo estudo florístico verifica-se que esta formação vegetal é constituída, entre outras, por: castanheiro (Castanea sativa Miller), carvalho-alvarinho (Quercusrobur L.), azereiro (Prunus lusitanica L. ssp. Lusitanica) medronheiro (Arbutus unedo L.), folhado (Viburnum tinus L. ssp. Tinus), aveleira (Corylus avellana L.), cerejeira (Prunus avium L.), gingeira (Prunus cerasus L.); no estrato subarbustivo predominam: a gilbardeira (Ruscus aculeatus L.), a silva (Rubus coutinhoi Samp.), e a madressilva (Lonicera periclymenum L. Subsp. Periclymenum). No aspecto botânico a Mata da Margaraça apresenta também elevado interesse dado que na sua flora existem espécies de grande interesse científico, como por exemplo: Eryngium duriaei Gay ex Boiss., Genista falcata Brot., Luzula sylvatica (Hudson) Gaudin subsp. Henriquesii (Degen.) P. Silva, Crepis lampsanoides (Gouan) Tausch, Circaea lutetiana L., Sanicula europaea L., Veronica micrantha Hoffmans. & Link., além de espécies de valor hortícola ornamental tais como: lírio-martagão (Lilium martagon L.), Narcissus triandrus L. var. cernuus (Salisb.) Baker, Narcissus bulbocodium L., Linaria triornitophora (L.) Willd., Omphalodes nitida Hoffmans. & Link., e o selo-de-Salomão [Polygonatum odoratum (Miller) Druce], etc. Esta formação vegetal corresponde à Associação denominada Rusco-Quercetum roboris subassociação Viburnetosum tini da Aliança Quercion robori-pyrenaicae – característica do noroeste da Península Ibérica – pertencente à Classe Querco- Fagetea. A Mata da Margaraça, para além da floresta natural, inclui uma faixa outrora explorada em regime de talhadia para a obtenção de varas de castanho, e terrenos agrícolas que, abandonados, foram naturalmente substituídos por floresta. Ainda na P.P.S.A. merece destaque a Fraga da Pena, que para além de ser um local de grande beleza paisagística, apresenta um conjunto de espécies florísticas de grande riqueza fitossociológica. Nesta zona correspondente, surgem-nos algumas espécies heliófilas de cariz mediterrânico como o trovisco (Daphne gnidium L.), o lentisco-bastardo (Phillyrea angustifolia L.) e o Aderno (Phillyrea latifolia L.). São de realçar as condições particulares de abrigo e humidade atmosférica para a existência de várias espécies de briófitos (musgos) e de pteridófitos (fetos), cobrindo as paredes de xisto ao longo da linha de água. Nas zonas de cotas mais elevadas, ocorre a presença de matos (nalguns casos, muito degradados) pertencentes à Classe Calluno-Ulicetea (urzes). 

                Esta serra foi povoada desde tempos muito recuados: temos vestígios do Neolítico (5000 anos A. C.) e da Idade do Bronze (2000 A. C.) em muitos locais, são as gravuras rupestres efectuadas provavelmente por populações de pastores nómadas. Da época romana há vestígios de mineração e na Idade Média, os nossos reis e os grandes senhores feudais, procurando povoar todo o reino, deram forais a várias povoações e procuraram promover o estabelecimento de gente, oferecendo regalias aos moradores. Se assim não fosse, como se explicaria o imenso número de aldeias que pontuam esta serra em todos os vales onde a fertilidade da terra e a água oferecem algumas condições de vida, embora pouco atractivas? Como se explicariam povoações como o Piódão, a Covanca, a Malhada Chã, os Chães de Égua, implantadas em locais inóspitos, de difícil acesso e de pouca terra fértil? Não foi apenas a pastorícia e a apicultura, mas também a cultura do castanheiro, cereais, batata e no século XIX a exploração do carvão de torga, a exploração mineira (Minas da Panasqueira) que deu algum rendimento aos serranos. A vida era difícil e muitos tiveram que emigrar ao longo dos últimos 100 anos, mas há futuro aqui: hoje é o turismo (pedestrianismo, turismo de ambiente e natureza, turismo cultural…) e algumas actividades como a apicultura, a pastorícia (caprinicultura), a caça, em que a conjugação da tradição com a modernidade parece fazer a estrada do futuro. Apesar de as cumeadas terem sido transformadas em centrais eólicas de produção de energia, a beleza da serra mantém-se.



24/12/2012

BOAS FESTAS
OS CAMINHEIROS DE CASEGAS DESEJAM A TODOS UMAS BOAS FESTAS NA COMPANHIA DE QUEM MAIS DESEJAM.

04/12/2012

ROTA DOS GANHÕES 2012 Vamos uma vez mais, realizar a rota dos ganhões, para recordar as antigas "empresas de transporte". Vamos passar por uma via fóssil muito antiga onde se vê os rastos dos carros puxados pelos animais. Verá-se igualmente figuras rupestres com milhares de anos, as quais se encontram junto á rota sal, bem como a rota real. Na parte cultural teremos igualmente um concerto, após o almoço com a Banda Filarmónica de Casegas. Na parte gastronómica o almoço será uma couvada, a moda tradicional, bem como ao pequeno almoço não irão faltar os tradicionais petiscos.

11/09/2012

ROTA DOS MINEIROS 2012

Em memória de todos os mineiros que faziam o trajecto a pé para as Minas da Panasqueira, vamos realizar, uma vez mais, no próximo dia 23, uma caminhada para lembrar esses tempos.

27/06/2012

SINTRA E ARRÁBIDA

Um passeio com uma componente cultural, ambiental, gastronómica e convivial. 
 (cartazes originalmente publicados na página dos Caminheiros no Facebook)

18/05/2012

SERRA DO AÇOR

                                        Meãs - uma aldeia emoldurada pelo Picoto de Cebola
                                        Piódão - um aspecto da sua ribeira na piscina fluvial
TRAVESSIA DA SERRA DO AÇOR
Esta é uma das mais desconhecidas serras de Portugal, mas talvez uma das mais belas. Tem uma beleza própria, quer pela vegetação que a cobre em grande parte da sua área, matos, bosques de pinheiros, castanheiros, carvalhos ou eucaliptos em certos locais, quer porque nos permite avistar noutras perspectivas, serras bem conhecidas como a Estrela, a Lousã, o Caramulo, a Gardunha que são as suas vizinhas mais próximas, mas ainda a vista alcança o Alentejo, a Espanha e as imediações do Douro.
A Serra do Açor está ligada à Estrela nas Pedras Lavradas e à Lousã pelo Penedo de Góis. Tem duas cumeadas separadas pelo vale do rio Ceira, afluente do Mondego, e situa-se entre os rios Alva e Zêzere, constituindo um maciço com cerca de 35 Km de comprimento por 30 de largura em linha recta, aproximadamente. O seu ponto mais elevado é o Picoto de Cebola, com 1418 metros de altitude e tem outros bem altos como o pico de S. Pedro do Açor, a Rocha, O Colcurinho e o Gondufo. Estende-se pelos concelhos da Covilhã, Seia, Oliveira do Hospital, Arganil, Pampilhosa da Serra e Góis.
A serra tem algumas áreas que, pela sua riqueza e características vegetais fazem parte da Rede Natura: destacam-se o Picoto de Cebola, S. Pedro do Açor, os Penedos de Fajão, o azinhal das Meãs e, pela sua massa vegetal e riqueza florística, a Mata da Margaraça: esta Mata constitui uma das raras e mais significativas relíquias que restam da floresta que cobriu a maior parte das encostas de xisto do centro de Portugal. A Mata da Margaraça, com uma superfície de cerca de 68 hectares (propriedade do ICNB), situa-se numa encosta bastante declivosa de exposição N-NW e com uma altitude que varia entre os 400 e os 750 metros. Apresenta uma composição vegetal única, encontrando-se actualmente rodeada por zonas de mata e campos agrícolas. 
O percurso inicia-se em Casegas, aldeia do concelho da Covilhã, situada nas margens da ribeira que separa as serras da Estrela e do Açor, e que nasce na confluência destas serras, atravessando o primeiro pico, o Pigeiro, nos limites desta freguesia e subindo ao Gondufo, até atingir o maciço de S. Pedro do Açor, começando então a descer para o Piódão, subindo desde os 400 metros de altitude em Casegas, até aos cerca de 1300 no Gondufo e no Açor. Este percurso é uma parte daquele que há muitos anos as gentes de Casegas faziam pela serra, quer quando, em Julho, iam à romaria da Senhora das Preces, quer quando, pela Rota do Sal, se dirigiam aos mercados de Coja, Oliveira do Hospital ou Arganil.
As pessoas desde muito cedo povoaram esta serra: temos vestígios do Neolítico e da Idade do Bronze em muitos locais, são as gravuras rupestres, efectuadas provavelmente por populações de pastores nómadas. Da época romana há vestígios de mineração e na Idade Média, os nossos reis e os grandes senhores feudais, procurando povoar todo o reino, deram forais a várias povoações e procuraram promover o estabelecimento de gente, oferecendo regalias aos moradores. Se assim não fosse, como se explicaria o imenso número de aldeias que pontuam esta serra em todos os vales onde a fertilidade da terra e a água oferecem algumas condições de vida, embora pouco atractivas? Como se explicariam povoações como o Piódão, a Covanca, a Malhada Chã, os Chães de Égua, implantadas em locais inóspitos, de difícil acesso e de pouca terra fértil? Não foi apenas a pastorícia e a apicultura, mas também a cultura do castanheiro, cereais, batata e no século XIX a exploração do carvão de torga, a exploração mineira (Minas da Panasqueira) que deu algum rendimento aos serranos. A vida era difícil e muitos tiveram que emigrar ao longo dos últimos 100 anos, mas há futuro aqui: hoje é o turismo (pedestrianismo, turismo de ambiente e natureza, turismo cultural…) e algumas actividades como a apicultura, a pastorícia (caprinicultura), a caça, em que a conjugação da tradição com a modernidade parecem fazer a estrada do futuro. Apesar de as cumeadas terem sido transformadas, pela instalação de centrais eólicas de produção de energia, a beleza da serra mantém-se.
Casimiro Santos

16/04/2012

Deslocação até ao inicio da Rota

A actividade no próximo domingo, trata-se de um percurso circular, com distãncia de 9 Km, entre o Cabeço do Pião e a Freguesia da Barroca, Concelho do Fundão.

Marcado e identificado pelo "Programa Aldeias do Xisto", que nos mostra alguma gravuras rupestres existentes nas margens do Rio Zêzere e as enormes montanhas de "Charisca" provenientes da actividade das Minas da Panasqueira ao longo dos anos.

A deslocação até ao inicio da Rota será assegurada por cada participante, que deverá tomar direcção Silvares de seguida direcção Minas da Panasqueira, até chegar ao Cabeço do Pião ou Rio.

20/03/2012

ARQUEOLOGIA

Na próxima caminhada vamos ver igualmente vestígios de uma "conheira", que existe em Casegas, a qual ficou muito visível com o incêndio de 2005 e agora o mato tenta de novo esconder, como o tempo é escasso para elaborar uma explicação sobre o significado de conheira, retirei do site do turismo de Vila de Rei, muito bem concebido e que considero uma das explicações mais claras.

"Entende-se por “Conheira”, um local onde foram amontoados seixos rolados resultantes do trabalho de exploração mineira do ouro pelos Romanos. Estes aglomerados resultam da extracção de ouro aluvionar que era efectuada pelo desmonte de determinadas vertentes geológicas. Enquanto sítios arqueológicos, o Concelho de Rei conta (até ao momento) com 40 exemplos destas realidades. Sendo assim, torna-se um dos conjuntos mais numeroso e peculiar de todos aqueles que foram identificados até agora na Península Ibérica. Segundo alguns autores, a designação de Conheiras, «a origem do topónimo, bem conhecido e utilizado na região, parece provir do latim (cós, cotis ? = penedo), que evoluiu para “codes”» (Barbosa, Barra, Ferreira da Silva e Romão, 2001, p.12). Esta interpretação parece ter algum fundamento, dado que ainda hoje persiste a toponímia ligada a esta realidade, como a “Ribeira de Codes”, que poderia ser lida como “Ribeira dos Penedos”. No entanto, não poderá esta interpretação remontar a um topónimo ainda mais antigo? Penso que não seria de todo despropositado ligar este fenómeno geológico e mineiro a uma intervenção por parte de uma identidade étnica indígena: os Cónios ( konyos no grego) população essa que surge nos textos antigos ligada à mineração – nomeadamente ao estanho (Guerra, 1996, p.14).
As Conheiras são assim antigas cortas mineiras, resultantes de escavações a céu aberto, com dimensões que podem atingir os 200-500 metros de extensão superficial por 10 ou 20 metros de escavação em profundidade. A maioria destas realidades apresenta estruturas em forma de “pente” formadas pelo alinhamento dos conhos aquando do desmonte. Por esse motivo em Espanha, estas realidades são apelidadas de Medulas. Estas linhas correspondiam a corredores para o escoamento de águas, sendo que por vezes tinham de ser construídas represas para essa mesma água (que localmente são apelidadas de “lagoas”). Para além disso, o terreno onde subsistem evidenciam um destaque natural na paisagem, eram elevados para o efectivo desmonte das frentes de trabalho. Nestes locais podiam se fixar acampamentos, e seria também desta zona que os trabalhadores lançavam a água que provocava o desmonte da rocha. A única notícia de que dispomos até ao momento, prende-se com a existência de umas estruturas de Época Romana junto à localidade da Carregueira e que deverá ter servido como uma espécie de Posto de Vigia para os militares romanos. Os militares romanos encarregues da vigia integral destes locais eram os procuratores metallorum que regulavam o funcionamento dos metalla (Sánchez-Paléncia, 2000, p.286). No entanto, estas estruturas também podem indicar possíveis canais de exploração/emissarium , que eram construídos com as próprias pedra rolantes da exploração e que serviam para conduzir as areias até aos canais de lavagem (Sánchez-Palencia, 2000, p.207).Para tal efeito era necessária a existência de bastante água: esse objectivo era concretizado pela existência de suportes e aquedutos em cotas mais elevadas (Lomba das Torres) e que proporcionavam o abastecimento de água até às explorações (Barbosa, Barra, Ferreira da Silva e Romão, 2001, p.12).
As Conheiras apresentam uma numeração romana de modo a serem mais facilmente distinguidas. Esta distinção tem de ser efectuada deste modo, para uma melhor condensação da informação respeitante a estas realidades concretas, pelo que esta foi a fórmula encontrada pelos Arqueólogos Carlos Batata e Filomena Gaspar para diferenciarem este Conjunto. No entanto, na tese de Mestrado do Arqueólogo Carlos Batata surgem novos dados e até Conheiras que não haviam sido identificadas até ao momento. A organização e métodos seguidos por este investigador baseia-se numa apreciação global das Conheiras que depois surgem retratadas em fichas de sítio muito sucintas, onde os dados que possuíamos em 2000 são profundamente alterados. Nomeadamente no que diz respeito à micro-toponímia que era desconhecida e que surgiu neste trabalho bastante confundida. Algumas das designações deste trabalho de “Levantamento Arqueológico” estavam mesmo erradas, tendo sido necessário o apoio do Sr. Vicente José da Silva que as identificou correctamente."

19/03/2012

Rota Arqueológica

No próximo dia 22 de Abril iremos realizar uma nova caminhada, esta dedicada aos vestígios deixados pelos povos que habitaram este concelho.
O que se vai ver são gravuras por mim descobertas há vários anos e que foram devidamente registadas, na altura, no antigo IPA, e agora IGESPAR.
O link que identifica as gravuras é o seguinte:
http://arqueologia.igespar.pt/POC/?sid=sitios.resultados&subsid=2476566
Que não quiser ter o trabalho faço o print do conteúdo do link

Portela da Casa Branca

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CNS: 22577
Tipo: Arte Rupestre
Distrito/Concelho/Freguesia: Castelo Branco/Covilhã/Erada
Período: Indeterminado (Pré-História)
Descrição: Junto à Estrada Nacional 230, em área adjacente ao limite Sul do aterro da via, foram identificadas várias rochas com gravuras obtidas por picotagem e abrasão, formando podomorfos (preenchidos com covinhas), antropomorfos, ferraduras, cruzes e motivos geométricos (círculos). As rochas localizam-se entre o aterro da estrada e um estradão de terra batida que passa a Sul.
Meio: Terrestre
Classificação: -
Conservação: Em Perigo
Processos: 2002/1(319) e 2008/1(322)
Bibliografia (0)